Gratuito em SP dá certo?


Foi lançado na semana passada em São Paulo o mais novo jornal gratuito brasileiro, o Destak. Fruto de uma parceria que reúne o Grupo Cofina, grupo de mídia português, a empresa Metro News e o empresário brasileiro André Jordan (70% do investimento inicial), o impresso está sendo distribuído todos os dias nos principais pontos da cidade a partir das 6h da manhã.

O foco é o público jovem, recém-ingressado no mercado de trabalho. Muitas fotos, serviço e notícias locais, produzidos por uma equipe de 20 pessoas. Ao lado uma imagem do modelo português que é distribuído em Lisboa e no Porto.

Será que a fórmula dará certo? Aqui no Rio a experiência dos quase-gratuitos não gerou muita repercussão. Dois produtos foram lançados há menos de um ano (por volta de outubro/novembro de 2005) e um deles, o Q!, não durou seis meses. Um outro foi lançado este ano, mas juntos devem estar com cerca de 200 mil de circulação (mesmo número que o Destak diz estar distribuindo em SP).
SP é uma cidade muito diferente do Rio. Tem um sistema de transporte mais complexo e ramificado, tem uma população flutuante gigantesca. Uma amiga jornalista, no entanto, acha que o público não verá valor num produto gratuito porque o paulista típico desconfia da qualidade do “de graça”. Será?

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